DNA Rubro-Negro | Para quem nasce Flamengo

Síndrome de seleção brasileira

Postado em Colunas | Saturday, 19 de July de 2014

(Antes de mais nada, gostaria de dizer que o texto deste próximo post será bem longo e que se você não tem paciência para ler, pode pular para o próximo!)
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Salve salve Nação Rubro Negra! Infelizmente não temos muitos motivos para comemorar este ano. Foi legal ver a homenagem do Podolski nas redes sociais e também a Alemanha jogando com um uniforme inspirado no nosso (por mais que os antis digam que não), porém os motivos para comemorar param por aí…

Voltando para a realidade do Campeonato Brasileiro, vimos que o buraco continua bem mais embaixo e que o rebaixamento está ali, batendo na nossa porta e fazendo contagem regressiva para dar uma bicuda e entrar com tudo sem pedir passagem. E aí é a hora em que todos se perguntam: onde é que está o erro? Na verdade, nessas horas temos que fazer uma profunda análise para perceber que o nosso problema é bem mais crítico do que constatar que temos um time fraco e um treinador tão pouco capaz quanto…

Analisando friamente, eu não considero o nosso elenco tão ruim quanto a grande maioria da torcida, principalmente se pararmos para pensar que estamos na lanterna do campeonato. Ou alguém aí vai me convencer de que times como Criciuma, Bahia, Vitória, Coritiba, Chapecoense, Figueirense, Atlético PR e Palmeiras são melhores que o nosso? Eu acredito que o problema do Flamengo atual está principalmente no novo pensamento de elite que a nossa diretoria está tentando implementar, tentando tirar do nosso clube aquilo que mais faz parte de sua essência, que é a sua torcida.

Pergunte para qualquer pessoa, entendida ou não de futebol, rubro-negra ou não qual é o perfil da torcida do Flamengo. Desculpe meu amigo, mas não é você que comenta neste blog ou aquele seu conhecido que corneta o clube nas mídias sociais e paga 100 reais em um ingresso para assistir um jogo do campeonato estadual. O Mengão é, sempre foi e (espero que) sempre será um time do povo. Aquele onde a maior parte da torcida se concentra na “geral”, deixa de comprar o bujãozinho de cachaça ou o frango de domingo pra comer com a família para ir pro Maracanã prestigiar o time, apoiar e cantar ao mundo inteiro a alegria de ser rubro-negro independentemente se do outro lado está o Real Madrid ou o Itaperuna.

Eu sei que hoje em dia o futebol é um grande negócio, mas realmente compensa realizarmos partidas do Campeonato Brasileiro tendo um público de 4 ou 5 mil pessoas no estádio (padrão Botafogo), mesmo que a maior parte destes torcedores pague na faixa dos 80-100 reais? É lógico que, analisando friamente, é bem jogo mais jogo colocar 4000 pessoas em um estádio pagando 100 pratas em um ingresso do que 40 ou 50 mil pagando R$5. Mas será que não medem as consequências dessa mudança forçada de perfil de torcida nos estádios? Quem frequentou o antigo Maracanã sabe que a geral sempre foi parte importante da formação da Nação Rubro-Negra e, hoje, os nossos ‘carecas’ estão querendo acabar com isso, analisando os ganhos de bilheteria friamente. Mas se pararmos para pensar, a situação é perfeitamente reversível.

Por mais que deixemos de ganhar 100 ou 200 mil por jogo por conta dos ingressos, o que compensa mais? Você enfrentar um Cruzeiro (que tem um elenco de jogadores muito melhor que o nosso) num Maracanã com 5000 pseudo-torcedores-revolucionários-corneteiros de Facebook (desculpem aos que vão no estádio nessas condições. Sei que vocês, assim como eu, não são mais ou menos Flamengo que o cara do morro) ou com 30 ou 40 mil rubro-negros que ajudaram a construir a imagem de Nação, mesmo que pagando 10 ou 20 reais? Nessas horas o nosso departamento de Marketing tem que pensar além dos números frios dos tíquetes vendidos e visualizar o óbvio: time que ganha as partidas, mesmo que arrecadando menos nas bilheterias, tem maior visibilidade, maior venda de materiais esportivos , sócios torcedores, tem mais mídia, maior número de assinantes no pay-per-view dentre outros inúmeros ganhos possíveis. Um exemplo clássico é o novo modelo de uniforme. Quantas pessoas você conhece que tem a camisa da Adidas do ano passado, independentemente do título da Copa do Brasil? Um monte, né? Agora me diga, quantos você conhece com o uniforme lançado esse ano? Bem menos, não é verdade?

Além de tudo isso, o nosso clube sofre com a mídia. Sim, sofre com a imprensa! Afinal, somos o clube que mais ‘vende’ notícias no Brasil. Quantas vezes você abriu os portais durante a Copa do Mundo em busca de uma simples notinha a respeito de uma contratação ou de uma novidade no time? Pois é… Por conta dessa nossa “ansiedade” a mídia sempre está em busca sobre o que publicar sobre o Flamengo e, muitas vezes, acaba sobrando pros nossos moleques. É só parar para analisar quantos deles foram queimados nos últimos anos por conta de um oba-oba criado pela imprensa. Só para citar alguns casos mais recentes, temos aí Paulo Sérgio, Kayke, William Amendoim, Erick Flores, Camacho, Lenon, Adryan, Thomás, Negueba, Mattheus, Vinicius Pacheco, Vinicius Colombiano, Bruno Paulo, Fabiano Oliveira, Bruno Mezenga, Jórbison dentre tantos outros “novos Zicos, Juniors, Leandros e etc…”.

Enfim, para não me alongar muito mais no texto, que já está gigante, gostaria de deixar uma reflexão a todos os rubro-negros: estamos sofrendo do mesmo mal que o Brasil na Copa de 2014, que é a da marra de achar que camisa ganha jogo sozinha. Sim, nosso manto é pesado, impõe respeito, mas não ganha jogo. Se o nosso elenco atual continuar com o discurso batido de que “estamos treinando e uma hora isso vai passar” somente se baseando no peso e na tradição do Flamengo, me desculpem, mas o nosso time até então ‘incaível’ vai ser rebaixado e não, nem o fato de saber que podemos cair esse ano para subir ano que vem como campeões e o Vasco como vice, me empolga. É hora de ligar o sinal vermelho, fazer uma faxina nesse elenco e torcer por dias melhores…

Saudações rubro-negras e muito boa sorte para todos nós, afinal iremos até o final do ano com esse bando de come e dorme envergando nosso manto sagrado!

 

PS: Esse texto foi baseado em um belo bate-papo com um dos maiores rubro-negros que conheço: André Belfort. Valeu parceiro!

Leonardo

por Leonardo

Rubro-negro, tranquilão, maroto, ruim de bola (mas fominha), blogueiro, baixista, casado, gordo, nerd e chato. Torço contra o Vasco até no par ou ímpar, mas não gosto de zoar não porque tenho muitos amigos vascaínos. Afinal, a amizade sempre em primeiro lugar... e o Vasco em segundo!

Amigos, amigos, negócios à parte

Postado em Colunas | Thursday, 14 de November de 2013

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Salve nação Rubro Negra, patrimônio da Série A e finalista da Copa do Brasil! Depois de um tempinho inativo, estou de volta para falar um pouco sobre a polêmica decisão da nossa diretoria de aumentar significativamente o preço dos ingressos para a final contra o Atlético Paranaense.

Para começo de conversa, digo que sou completamente favorável à essa prática. É lei básica do mercado: oferta x procura, ou seja, quanto maior for a demanda por determinado produto, a tendência é a de que ele tenha seu preço elevado. Simples assim.

E outra meus amigos, não estamos falando de uma empresa qualquer. Estamos falando do maior clube do Brasil, que como todo mundo já sabe, tem os seus cofres e seu orçamento totalmente combalidos e precisando urgentemente faturar e fazer caixa.

A diretoria age certo nesse episódio, pois ao mesmo tempo em que conseguirá ter uma excelente arrecadação nas bilheterias, vai alavancar bastante a adesão ao programa de sócio torcedor, o que garantirá aos cofres uma grana extra para que o clube continue tendo sucesso no sempre difícil processo de reestruturação.

Eu até entendo e dou razão aos torcedores que estão reclamando do aumento do preço dos ingressos, afinal eu, como cliente, nunca fico feliz quando aumentam o valor de algo que eu consumo ou desejo consumir. Estou falando “cliente” pois temos que enxergar a verdade: futebol deixou de ser algo romântico e na base do amor há muito tempo. Hoje em dia é tudo “business” e nada mais. Eu sei que é triste, mas aquele tempo da geral, com ingressos a R$1,00 pro povão já acabou há muito tempo e temos que aceitar essa realidade. É a história de “evolução”, onde se tem duas opções: ou se adapta à nova realidade ou fica para trás e é ultrapassado pelos adversários.

A torcida está sempre exigindo um time forte, com craques, que dispute a Libertadores e conquiste títulos. Isso é ótimo, afinal um clube do tamanho e da magnitude do Flamengo tem mesmo que almejar sempre o topo. Mas como vamos fazer isso? Pois temos que levar em consideração que hoje em dia qualquer perna de pau ganha no mínimo R$100.000 de salário e as cifras que envolvem o mundo do futebol tornaram-se cada vez mais altas e absurdas. Some-se a isso um clube que vem afundado em dívidas e enfrentando extremas dificuldades financeiras fruto de péssimas gestões anteriores.

Ou seja, a hora não é de tacar pedra em quem está tentando reerguer o Flamengo e muito menos de reprimir quem está pagando o preço exigido pelo clube para assistir à final da Copa do Brasil no Maracanã. Os caras que estão aderindo ao programa de sócio torcedor e/ou comprando ingresso pro jogo contra o Atlético PR estão colaborando, e muito, para que o desejo de glória dos torcedores se realize , ou realmente alguém acha que vamos a algum lugar tendo que contratar jogadores como Val, Bruninho e Diego Silva todo ano?

Não dá pra comprar entradas pra final? Beleza, isso faz parte. Temos aproximadamente 60.000 lugares para uma Nação de mais de 30 milhões e fatalmente vai ter gente de fora. Se a procura já está alta com preços considerados “absurdos”, imagine se a diretoria fizesse preços populares? Sabe o que mudaria, além do tamanho da fila praqueles que se aventurariam nas bilheterias e a diminuição drástica na arrecadação? Nada! Teremos no estádio exatamente o mesmo público com o ingresso custando R$10 ou R$1000, pois a torcida do Flamengo é um espetáculo de outro planeta, e lotará o Maracanã da mesma forma.

Então a hora é de parar a chiadeira, pois se até entre amigos, pregamos a política do “negócios a parte”, por que com futebol seria diferente? Vamos parar com as cornetas e focar no que interessa, que é a possibilidade de sermos campeões. Seja torcendo no estádio, no bar ou em casa o que vale é que a Magnética estará lá, sempre dando o seu espetáculo e mandando energias positivas para os “mulambos” mais bem vestidos do Brasil!

SRN

 

Leonardo

por Leonardo

Rubro-negro, tranquilão, maroto, ruim de bola (mas fominha), blogueiro, baixista, casado, gordo, nerd e chato. Torço contra o Vasco até no par ou ímpar, mas não gosto de zoar não porque tenho muitos amigos vascaínos. Afinal, a amizade sempre em primeiro lugar... e o Vasco em segundo!

Flamengo x Goiás – Estatísticas

Postado em Bate-Pronto,Colunas | Wednesday, 30 de October de 2013

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Copa do Brasil

2 jogos

1 vitória do Flamengo

1 empate

 

1 gol marcado pelo Flamengo

0 gols marcados pelo Goiás

 

CURIOSIDADES

Média de gols marcados pelo Flamengo: 0,5 gols por jogo

Média de Gols Sofridos: 0 gols por jogo

2 Jogos sem Perder

Última Vitória: 1990-11-01 vs Goiás 1-0 (desde então: 0D 1E)

Flamengo marcou gols em 1 jogos

Não sofreu qualquer gol

Melhor série sem perder: 2 Jogos (entre 1990/11/01 vs Goiás 1-0 e 1990/11/08 vs Goiás 0-0)

 

fonte: www.ogol.com.br

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por filipefcintra

Nascido em Niterói, mas adotei Nova Friburgo como minha cidade natal. Tenho 26 anos, casado (quase), administrador (quase), bom colunista (quase). Fanático por futebol desde pequeno, vim com o Flamengo já em meu DNA.

Flamengo x Portuguesa – Estatísticas

Postado em Bate-Pronto,Colunas | Sunday, 27 de October de 2013

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Campeonato Brasileiro:

28 jogos

10 vitórias do Flamengo

11 empates

7 vitórias da Portuguesa

 

28 gols marcados pelo Flamengo

30 gols marcados pela Portuguesa

 

CURIOSIDADES:

Média de gols marcados: 1 gol por jogo

Média de Gols Sofridos: 1,07 gols por jogo

 

Flamengo marcou gols em 18 jogos

Flamengo sofreu gols em 16 jogos

 

Perdeu apenas 1 dos últimos 7 Jogos

Venceu apenas 1 dos últimos 8 Jogos

Empatou 10 dos últimos 18 Jogos

 

Melhor série de vitórias do Flamengo: 3 Jogos (entre 1975/11/13 vs Portuguesa 0-2 e 1984/03/15 vs Portuguesa 0-1)

Melhor série sem perder: 6 Jogos (entre 2002/11/10 vs Portuguesa 1-2 e 2013/08/08 vs Portuguesa 1-1)

 

Pior série de derrotas: 2 Jogos (entre 2000/10/21 vs Portuguesa 2-1 e 2001/11/11 vs Portuguesa 0-2)

Pior série sem vencer: 6 Jogos (entre 1991/04/21 vs Portuguesa 0-0 e 1997/07/20 vs Portuguesa 3-0)

 

fonte: www.ogol.com.br

filipefcintra

por filipefcintra

Nascido em Niterói, mas adotei Nova Friburgo como minha cidade natal. Tenho 26 anos, casado (quase), administrador (quase), bom colunista (quase). Fanático por futebol desde pequeno, vim com o Flamengo já em meu DNA.

Vaias que precedem o êxtase – Flamengo 2 x 1 Bahia

Postado em Bate-Pronto,Colunas | Thursday, 17 de October de 2013

Jayme

O gol de Hernane fatalmente camuflará a péssima alteração feita pelo Jayme no segundo tempo.

Jogando contra o Bahia, em casa, precisando ganhar, não tem o menor cabimento tirar o Elias (que pediu para sair, diga-se) e colocar o Val. A torcida não perdoou e entoou o coro de “burro, burro”… e com toda razão.

Mas as vaias só duraram segundos. Hernane logo tratou de salvar a pele do comandante.

O Flamengo melhorou com o Jayme. Se por capacidade do mesmo ou se pelo time ter abraçado a ideia, só o futuro nos dirá..como disse com o Andrade.

O grande mérito do nosso treinador foi ter definido um time e insistido nele. Pode ter uma dúvida ou outra, mas hoje podemos dizer que sabemos os titulares do time. E com isso veio o entrosamento, jogadores como Paulinho e Luiz Antônio ganharam confiança e algumas coisas começaram a fluir.

adidas-flamengo-dnaContra o Bahia, Paulinho foi novamente um dos melhores do time. Atacou, marcou, correu o campo todo, não desistia de nenhuma bola. Coroou sua atuação com o primeiro gol do time.

Luiz Antônio, que apesar de ter começado na reserva entrou logo no início do jogo, fez boa partida também. Apesar de ainda displicente em alguns lances, fez dois belíssimos lançamentos para infiltração do Léo Moura, um deles inclusive resultando no segundo gol.

Há ainda de se destacar o crescimento do Léo Moura. Com a entrada do Amaral e a boa fase do Wallace, ganhou mais liberdade e começou a se destacar onde realmente sabe jogar bola: do meio para frente.

O Flamengo foi melhor que o Bahia, mas não fez excelente partida.

Com a sequência que ainda temos até o final do Brasileirão, esse era um jogo que não poderia deixar de ganhar. E ganhou.

E o novo manto deu sorte. Estava na hora…

SRN!

filipefcintra

por filipefcintra

Nascido em Niterói, mas adotei Nova Friburgo como minha cidade natal. Tenho 26 anos, casado (quase), administrador (quase), bom colunista (quase). Fanático por futebol desde pequeno, vim com o Flamengo já em meu DNA.

De volta pra casa!

Postado em Bate-Pronto | Friday, 12 de July de 2013

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Era de se esperar que o Flamengo voltasse a mandar seus jogos no Maracanã.
Por interesse do Consórcio e por interesse do próprio Clube de Regatas Flamengo.
Entretanto, fez muito bem a diretoria em não aceitar as condições inicialmente propostas e nem assinar um contrato por 35 anos, recebendo apenas a receita dos assentos situados atrás dos gols.
Ao invés disso, assinou até o final do ano, recebendo 50% de todo o lucro em seus jogos, dos ingressos, estacionamento, camarotes, bebidas, etc, segundo coluna do Renato Maurício Prado.
Eu, como ST, espero poder comprar meus ingressos na parte central do estádio (onde prefiro assistir) com os descontos que o plano porventura venha me dar. Essa hipótese ao que parece não ocorrerá para a torcida do Fluminense.
Em uma administração de erros e acertos (mais acertos, diga-se), essa foi uma bola dentro da diretoria.
SRN!
filipefcintra

por filipefcintra

Nascido em Niterói, mas adotei Nova Friburgo como minha cidade natal. Tenho 26 anos, casado (quase), administrador (quase), bom colunista (quase). Fanático por futebol desde pequeno, vim com o Flamengo já em meu DNA.

Desculpe, mas não me engana…

Postado em Colunas | Sunday, 09 de June de 2013

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É óbvio que fiquei amarradão com a primeira vitória do Flamengo no Brasileirão, ainda mais sendo por 3×0, fora de casa, em cima de um adversário do qual não ganhávamos em seu território há algum tempo mas que, convenhamos,  teríamos que esculhambar nas condições normais flamengas de temperatura e pressão.

Confesso que faz tempo que não vejo a equipe jogar com a vontade com que entrou em campo neste sábado e isso me fez ficar com a pulga atrás da orelha (apesar de me empolgar, é claro!). O resultado obtido pelo doutrinador máximo das galáxias nesse sábado diante do Criciúma deve fazer qualquer rubro-negro, no mínimo, refletir sobre todo o caminho trilhado pela esquete mais bem vestida do Brasil até o presente momento.

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Leonardo

por Leonardo

Rubro-negro, tranquilão, maroto, ruim de bola (mas fominha), blogueiro, baixista, casado, gordo, nerd e chato. Torço contra o Vasco até no par ou ímpar, mas não gosto de zoar não porque tenho muitos amigos vascaínos. Afinal, a amizade sempre em primeiro lugar... e o Vasco em segundo!

Adidas faz ação irada para divulgar o lançamento do manto HOJE

Postado em Colunas,Corneta do Burita,DNAHaha | Thursday, 23 de May de 2013

Fala Nação cada vez mais ansiosa!

Notícia quentinha, A Adidas fez ontem de noite até às 2h uma ação de maping onde na fachada do clube foi projetada uma interação de vídeo da marca com o Flamengo.

Foi muito legal mesmo!

É realmente empolgante ver uma parceria sendo bem feita e ações de marketing inovadoras dignas de clubes de primera linha como o Flamengo. Com certeza esse tipo de coisa anima mais ainda e cria muitas expectativas com relação ao que mais pode vir por aí.

Vejam as fotos e o vídeo …

YouTube Preview Image

p.s – concordo com o Bocage sobre o #fail com relação a #Tag “O manto sagrado voltou” (veja) e reparem que em todos os posts do dna deixamos claro que somente é a nova versão do manto e não “o manto de verdade”.

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Leia AQUI a matéria completa e ouça o Papo de Urubu #06 com Homer Simpson!

Burita

por Burita

Rafael Burity, o “Burita”, tem 30 anos, é designer web e ilustrador. Co-criador do site Riojob, divulgação de vagas desde 2007.

Os dois lados do Carioqueta

Postado em Bate-Pronto,Colunas | Tuesday, 02 de April de 2013

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Do torcedor passional:

Perder para o Audax e ser eliminado precocemente do Carioca é o cúmulo da vergonha. Não importa que neste momento o objetivo seja colocar as contas em dia. Queremos reforços. Sobretudo, queremos raça. Tomar gol no primeiro minuto é inaceitável. E Jorginho, o técnico baratinho, vai dar conta desse time no Brasileiro? Quarta tem Copa do Brasil, como fica? Se não passamos nem de Resendes, Boavistas e Audaxes, o Remo lá em Belém vai ser um sufoco danado.

Do crítico imparcial:

Perder para o Audax é realmente difícil de aceitar. O Flamengo não tem um grande time, longe disso. Mas se comparar a nossa folha salarial com a deles, fica evidente a responsabilidade da vitória. A diretoria, no entanto, continua no caminho certo. Foi-se o tempo em que ganhávamos o Carioca e passávamos o Brasileiro fugindo contra o rebaixamento. O pensamento é outro. E se for esse – economizar agora para acertar as contas e reforçar o time depois – tudo certo. Vamos aguardar os próximos capítulos.

E para vocês, qual dos dois tem razão?

Na minha modesta opinião, ambos. Mas é preciso manter um pé em cada lado. Um no emocional, outro no racional.

Não podemos achar normal uma eliminação precoce do Carioca. Mas sem alarde. Se no decorrer do Brasileiro tivermos um time competitivo (bem diferente desse), passar por essa vergonha agora terá sido, digamos, compreensível.

Enquanto isso, ajuda aí São Judas!

#vaipracimadelesmengo

Não esqueçam de ouvir o Papo de Urubu #04, com os maiores chocolates da história.

SRN

marcelofdsantos

por marcelofdsantos

Redator publicitário, apaixonado por @maxflavia e rubro-negro graças a Deus.

O artista em rubro-negro

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Monday, 01 de April de 2013

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José veio de uma família rica, de bom nome. Pertencia à high society. Tinha tudo para ser um playboyzinho, como o irmão, que tinha desprezo pelos mais humildes. Mas era entre eles que José se sentia bem. Gostava de sua companhia, se divertia entre eles. Apesar de morar num palacete, cheio de empregados e andar em um carro importado, José gostava de participar de uma boa roda de samba no morro. Sabia transitar perfeitamente entre os dois mundos.

José sempre foi um clássico boêmio. Tinha charme, era invejado por todos por ser bem sucedido e ter grande influência. Chegou ao topo do mundo sem perder o jeito simples. Era temido por seus adversários sem ser cruel. Conseguia encantar a todos com seu sorriso simples e jeito determinado. Um charme em pessoa.

Justamente quando estava no auge, começaram a aparecer amigos não muito bem intencionados. Eles faziam questão de ser vistos com José em busca de popularidade, pediam dinheiro emprestado e não pagavam de volta e, aos poucos, foram se apossando de tudo o que José tinha. Ele, coitado, com sua inocência não percebeu as más intenções. Fazia tudo de bom coração, mas aí começou sua ruína.

Esses maus amigos levavam-no para as farras, que se tornaram cada vez mais frequentes. Com isso acabou perdendo o bom cargo que ocupava, pois não mais merecia confiança. Faltava o trabalho, tinha o salário descontado e começou a fazer dívidas. Como não sabia dizer não aos amigos, viu seu dinheiro ir secando aos poucos. O palacete em que vivia foi ficando abandonado. Os empregados entravam na justiça por ter seus salários atrasados. Seu nome foi pro SPC. Ele perdeu o respeito de muitos e foi motivo de decepção para outros. Leia mais

Cynara Peixoto

por Cynara Peixoto

Analista de sistemas, blogueira e flamenguista fanática, mesmo morando a milhares de quilômetros de distância.

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