DNA Rubro-Negro | Para quem nasce Flamengo

Caso André Santos e Heverton

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Friday, 13 de December de 2013

Olá,

Sei que não sou absolutamente ninguém, e o que tenho a oferecer são meros palpites, mas gostaria de tentar contribuir, dadas as injustiças e absurdos que vejo estampar as manchetes dos últimos dias …Acadêmico de Direito e torcedor apaixonado pelo Flamengo que sou, não consegui me conter em comentar e tentar, ainda que inocentemente, ajudar. Segue alguns argumentos acerca do “Caso André Santos“.

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Acadêmico do Direito e torcedor flanático do Flamengo que sou, não consegui me conter e decidi cornetar todo esse imbróglio em que nos envolveram. Assim, vejamos.

A redação do quase sarcástico artigo “171” do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, alterado por ocasião da resolução CNE nº 29, de 10 de dezembro de 2009, é de clarividência solar:

Art. 171. A suspensão por partida, prova ou equivalente será cumprida na mesma competição, torneio ou campeonato em que se verificou a infração.
§ 1º Quando a suspensão não puder ser cumprida na mesma competição, campeonato ou torneio em que se verificou a infração, deverá ser cumprida na partida, prova ou equivalente subsequente de competição, campeonato ou torneio realizado pela mesma entidade de administração ou, desde que requerido pelo punido e a critério do Presidente do órgão judicante, na forma de medida de interesse social.

O Flamengo age, portanto, dentro da mais estrita legalidade. Isto porque algumas coisas não reclamam “interpretação”. Coisas estas como o significado da palavra “subsequente”. Subsequente é algo seguinte, imediato, ulterior. Qualquer acepção além disso é afrontar a inteligência de torcedores, espectadores e interessados.

Ora, se o Clube de Regatas do Flamengo não relaciona André Santos na partida contra o Vitória, cumpre a lei, afinal, era a tal partida subsequente, imediatamente seguinte, posterior. Dizer que deveria aguardar julgamento é devaneio tolo, artifício de quem quer atrair a atenção da imprensa para outro caso, suavizando o foco para com a sem-vergonhice que querem fazer com a Portuguesa. Não há qualquer precedente legal que regule essa estória de “aguardar julgamento”. É o primeiro caso onde o Réu cumpre a pena espontaneamente e o Tribunal quer condená-lo de novo porque cumpriu antes da condenação. É nítida, então, a tentativa de atender a caprichos e interesses pessoais.

Além disso, insta salientar que condenar o atleta ao cumprimento de nova suspensão constituirá dupla punição, bis in idem, prática nefasta e muito mais afeita aos tempos de Ditadura Militar que ao processo de re-democratização.

Válido lembrar, também, que o atleta Dória, zagueiro do Botafogo, expulso contra o mesmo Flamengo em partida válida pela Copa do Brasil, quartas-de-final, dia 24 de novembro do corrente ano, atuou na partida seguinte, contra o Atlético Mineiro, dia 26, e não se tem qualquer notícia de punição ou suspensão ao mesmo. Só deverá cumprir a suspensão na Copa do Brasil do ano que vem, quando seu time for eliminado da Copa Libertadores. (Não jogou contra o Goiás em razão de ter-lhe sido aplicado o 3º amarelo neste jogo).

É preciso respeitar o torcedor e as instituições. Leia mais

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Foi tenso, até os 42 minutos do segundo tempo

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Thursday, 28 de November de 2013

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Texto de: Dario Sales

Mas a grandeza do Flamengo não deixou escapar de nós o título, SOMOS TRI DA COPA DO BRASIL!

O jogo começou com o Flamengo, surpreendentemente não tomando a iniciativa, o jogo estava meio confuso, e a possibilidade do Atlético fazer um gol, que tornaria o jogo num verdadeiro teste para cardíaco, assombrou até a metade do primeiro tempo. Depois disso o Flamengo tomou as rédeas do jogo, com o Atlético, de vez em quando se assanhando, mas sem muito perigo. O tão temido Furacão se limitou a cruzar bola parada na área com o interminável Paulo Baier buscando o também interminável Luis Alberto.

Novamente, como em 2006 o Flamengo, com um time desacreditado, venceu a Copa do Brasil. Com gols de Elias, que, mesmo apagado durante o jogo, a torcida sempre conta com ele (e espera contar em 2014 também) e com o baiano Hernane balançando as redes, como seu conterrâneo Obina em 2006.

Esse título veio para confortar o coração meio magoado dos rubro-negros, que, desde o título de 2009 vinha sofrendo, parecia que o título tinha feito mal para o Flamengo, já que sofremos em 2010 com uma eliminação estúpida para LaU na Libertadores, em 2011, uma eliminação na Copa do Brasil para o Ceará e 2012 com aquela eliminação precoce e inexplicável, na primeira fase da Libertadores. Fora as polêmicas fora de campo como o caso Bruno, salários atrasados e a saída conturbada de Ronaldinho, que afligiam tanto a torcida do Mais Querido.

Tirando os primeiros jogos e nas quartas com o Botafogo, onde pegamos os times de menor expressão, o Flamengo nos deu momentos mágicos nas partidas da reta final. Quem não teve a esperança renovada com o gol do contestado Cadu nos 2×1 no Mineirão e vibrou muito com o gol de Elias aos 43 contra o Cruzeiro? Quem não vibrou tanto com o amistoso que foi o jogo com os chorões e não teve ninguém pra zoar no dia seguinte, visto a inexistência de sua tão ridícula torcida? E quem não deitou e rolou no Goiás do gordinho fanfarrão Valter?

Graças a Deus e São Judas Tadeu, fechamos o ano com um título, o que muitos não esperavam, até pelo rendimento do Campeonato Brasileiro, a expectativa era de que não ia fugir muito na Copa do Brasil, mas não, Jaime conseguiu acertar um time que o “consagrado” Mano Menezes tanto desacreditou, aliás, obrigado Mano, por ter saído. Acho que você é que não entende nada de futebol, mais respeito com o Flamengo!

Valeu Felipe, Leo Moura, Wallace, garoto Samito, 18 anos jogando com muita categoria e a tranquilidade de um veterano, Chicão, André Santos, Amaralove,Luis Antônio, Elias, Carlos Eduardo (porque não?), Paulinho e Hernane!

Valeu Nação Rubro Negra, sem nossa força nada disso seria possível, nunca deixemos que esqueçam, que SOMOS A MAIOR TORCIDA DO MUNDO!

Saudações Rubro-Negras!

O que acharam do texto dele? Tá aprovado? :)

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2º Encontro Rubro Negro do Vale e Região na FLABN | Embaixada Oficial do Flamengo

Postado em Colunas,eventos,Promoções e Eventos | Friday, 15 de November de 2013

FLABN

A Embaixada Oficial do Flamengo do Vale e Região, a FLABN, comemora seu primeiro ano de existência convidando a todos para um grande evento, o 2º Encontro Rubro Negro do Vale e Região, que terá como atrações dois ídolos do maior time de todos os tempos do Flamengo, o catarinense Lico e Adilio, o camisa 8 da nação, o terceiro jogador que mais vestiu o manto sagrado, dois ídolos que conquistaram tudo que era possível pelo Mengão.

O Evento acontece no dia 23/11, sábado, a partir das 11:30 no Pesque e Pague Borgert, ao adquirir o ingresso está incluso o almoço com o Buffet do Borgert. Além disso terá Evandro Rodrigues como atração musical para animar ainda mais o evento.
Além do ingresso, deve ser levado um litro de leite caixinha para ser doado a entidade carente. Serão sorteados brindes oficiais do Flamengo, que inclui uma camiseta oficial Adidas, através de uma rifa de R$ 2,00 que está sendo vendida, para complementar a doação.

Será também exibido o Museu da Embaixada,com muitas imagens, seja fotográfica ou através de vídeos, e muitas camisetas antigas do Flamengo. Tudo para viver o presente e reviver o passado do clube mais querido do Brasil.

Ingressos antecipados por R$ 25,00 com os sócios da Embaixada espalhados por toda região, informações através dos telefones 48 9916-3807/48 9609-6659/48 9161-3422, email: embaixadaflabn@gmail.com ou pela página do facebook: https://www.facebook.com/FLABN

“Este é um evento para a Família Rubro Negra, traga suas esposas e filhos, convide os amigos rubro negros, será uma tarde inesquecível onde vamos viver o Flamengo de perto. Contamos com a presença da maior torcida do Mundo para homenagear nossos ídolos que tanto fizeram por nosso clube de coração, eles merecem. ” Diretoria FLABN

Lico e Adilio adilio e lico

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Eu não quero dinheiro de volta. Eu quero o Flamengo mais forte!

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Friday, 15 de November de 2013

Campanha Flamengo contra PROCON - Cópia

Estamos iniciando um Movimento chamado “Paixão Não Tem Preço” com o intuito de ressaltar ao PROCON e ao Juizado do Torcedor, o qual está exigindo ao Clube de Regatas do Flamengo a diminuição dos valores dos ingressos e até mesmo a devolução de valores, que nós, verdadeiros Rubro-Negros não queremos tal desconto.

Todos estamos cientes que finais não acontecem todos os dias e que na vida tudo tem seu preço. O Flamengo está passando por um ano de reestruturação e de fichalimpa, sendo assim, não é um Órgão que irá atrapalhar seus planos. A não ser que o mesmo assuma as contas do Clube a pagar….

Somos formados por 40 milhões de torcedores apaixonados e não de ignorantes, sendo assim, entendemos a situação financeira do Clube.

O que o PROCON e o Juizado do Torcedor estão querendo fazer e de forma clara, é se aparecerem nas custas de uma das marcas mais famosas do mundo, já que outros Clubes exerceram da mesma prática e foram vangloriados por suas rendas e nem se quer foram procurados para as exigidas explicações.

Diante disso entendemos o aumento nos ingressos por querermos um Flamengo maisforte, voltando ao topo do mundo… E a Nação está disposta a ajudar o Mais Querido no que for possível. Não apenas o apoiando em campo, mas também o ajudando financeiramente.

Vale lembrar também que a metade da carga de ingressos já foi vendida, o que demonstra a disposição dos torcedores em ajudar e que não será um órgão que, ao invés de estar resolvendo causas mais preocupantes e de necessidade da população, irá avaliar o nível da paixão de um torcedor e dizer o que deve ou não ser feito para chamar os holofotes para si.

Se você quer um Flamengo mais forte divulgue a campanha. O Flamengo é Nosso, e se apoiamos durante toda a sua existência, não será agora com uma gestão transparente que o abandonaremos.

E ressaltamos ainda que caso o Clube venha a ser penalizado, nenhum torcedor irá aceitar o seu reembolso. Hoje, o meu Flamengo está precisando ser ajudado e não apto a ajudar.

Eu abro mão do que me for cabível para um Flamengo respeitado!

Nada do Flamengo tudo pelo Flamengo!

#PaixãoNãoTemPreço

Confira nossos outros posts sobre o assunto:

http://dnarubronegro.com.br/colunas/2013/11/e-a-diretoria-do-flamengo-vai-ensinando-como-perder-um-titulo-sem-jogar/

http://dnarubronegro.com.br/colunas/butequis/2013/11/a-opiniao-de-um-assinante-do-st-frustrado-com-a-diretoria/

http://dnarubronegro.com.br/colunas/2013/11/preco-de-ingressos-de-eventos-recentes/

http://dnarubronegro.com.br/colunas/2013/11/amigos-amigos-negocios-a-parte/

O que você acha sobre o assunto?

Veja nossa opinião no DNA Forevis #2 – Quanto vale o show?

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Leia AQUI a matéria completa. Ouça o Papo de Urubu #08 sobre Gordos no Estádio, está hilário!

O DNA está participando do concurso de sites Peixe Grande que tem como objetivo premiar os melhores blog do país. E claro que não ficaríamos fora dessa.

Que tal mostrar a força rubro negra?! VOTE NO DNA AGORA!

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Crise no flamengo – Críticas

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Wednesday, 25 de September de 2013

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Boa noite,

Meu nome é Roger dos Santos Falcão, tenho 14 anos e sou torcedor fanático do Flamengo. Venho até esse portal com o intuito de expor um texto que fiz no último domingo falando sobre a situação do Flamengo.

Neste domingo, dia 22/09/2013, fiquei extremamente desapontado com o time do meu coração que, infelizmente não está tendo bons desempenhos em campo. Nesta noite, eu fui surpreendido com a quantidade de comentários e com a vontade que não só eu, mas que muitas pessoas estão tendo de mudar essa situação do time que nós amamos desde que éramos crianças!

Tiveram, aproximadamente 150 comentários numa postagem do Flamengo da Depressão, confesso que não li todos, porém li ao menos 90 desses comentários e em nenhum deles eu vi escrito críticas à divisão de base desse time. Sei que não é obrigação da base de um time manter o time principal, porém em muitos clubes do Brasil (principalmente os grandes clubes como o Flamengo), os jovens ajudam o time a ter além da experiência dos mais velhos, a vontade de mostrar serviço deles, a dedicação e a resistência de um garoto de 18/19 anos! Não estou falando que a culpa é dos jovens, muito pelo contrário, eles estão aqui para ajudar, mas a minha colocação é que eles não estão ajudando, muitas vezes estão atrapalhando e uns estão tendo oportunidades demais, enquanto outros poderiam estar jogando e mostrando o seu potencial e não estão sendo aproveitados.

Sei que a experiência nessa hora é primordial mas já que estamos nessa situação, já esta mais do que na hora de mudar.

De uma coisa, todos tem certeza, seja o técnico que for, NÃO PODEM CONTINUAR COM O TIME QUE ESTÁ. O técnico não faz um time, mas ele tem a responsabilidade de fazer mudanças e achar um time que consiga manter uma sequência de vitórias considerável. Falta raça e disposição nesse time do Flamengo. Não é possível que um ser humano, recebendo a quantidade de dinheiro que eles recebem, possa não dar o sangue pelo time que os paga. Isso é inadmissível.

Muitas pessoas estão falando de jogar de graça e dar o sangue pelo time e eu acho justo dar um exemplo aplicado em outro esporte. O futebol americano aqui no Brasil é o grande exemplo disso. As pessoas que jogam esse esporte aqui no Rio e em todo o Brasil, tem que gastar uma quantidade de dinheiro que muitas vezes não está nas condições financeiras do trabalhador brasileiro, e essas pessoas não recebem um “tostão” furado para jogar esse esporte. Jogam pelo amor ao time e/ou muitas vezes por amor ao próprio esporte, e não são poucos os clubes no Brasil!

Nós chegamos a um nível onde será muito complicado aplicar esse exemplo ao futebol (brasileiro). O que me parece, é que esses jogadores pelo Brasil a fora, não jogam futebol por que amam o que estão fazendo, e sim por uma forma de ganhar dinheiro (não que seja fácil, mas a carga horária de um trabalhador comum é parecida com a de um jogador, pelo desgaste e pela dedicação que requer..mas os jogadores, ganham muito mais que um trabalhador brasileiro)..então além da crítica a divisão de base..que mesmo não sendo a total culpada pela situação que o Flamengo se encontra no momento, não ajudam e/ou não estão deixando que ela ajude da forma correta..eu também critico o futebol brasileiro em geral por deixar esses jogadores mal acostumados acharem que podem ganhar o salário que estão ganhando para fazer essas palhaçadas que estão fazendo em campo..Eu sei que o calendário é apertado e é muito complicado um jogador de alto rendimento jogar duas vezes em uma semana..mas essa não pode ser a desculpa para eles fazerem o que estão fazendo.

Não deixando de lado a minha crítica à nós, torcedores apaixonados pelo clube..até mesmo eu..Vamos lutar com as armas que temos..deixando de ir á jogos (que diga-se de passagem estão em um preço absurdo), contestando atitudes, contratações e mandando e-mails como muito bem fez o torcedor Eduardo Barthem..pois de uma coisa temos certeza, somos a maior torcida do mundo e como escrito no belo mosaico do maracanã, A MAIOR TORCIDA DO MUNDO FAZ A DIFERENÇA, não só para apoiar o time, mas também para contestar e querer ver nosso time onde ele realmente merece estar..Tenham uma boa noite!

Roger Falcão

Agradeço pela paciência e atenção

Boa noite

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Uma chance para o Maracanã

Postado em DNAHaha | Tuesday, 06 de August de 2013

Para conhecimento, artigo do Marcio Braga no Globo de hoje: terça-feira, agosto 06, 2013

O GLOBO – 06/08

Pé de laranja não dá limão. Como um rio que corre para o mar, o Maracanã pode reafirmar sua vocação para ser a casa do futebol do Rio de Janeiro.

A privatização que impediu a participação dos clubes de futebol na administração do estádio e desconsiderou toda tradição e relevância esportiva do Parque Aquático Julio de Lamare e do Estádio de Atletismo Célio de Barros realmente precisa ser revista imediatamente.

Assim como não se pode demolir a história da natação e do atletismo brasileiro, o futebol é a razão de ser do Maracanã, e os clubes não podem ficar reféns de interesses empresariais que não levam em consideração aspectos humanos e sociais do esporte.

A união dos clubes pode resultar num modelo de gestão compartilhada que preserve a essência esportiva de todo complexo do Maracanã e não sacrifique empreendimentos singulares e complementares como Engenhão, São Januário, Laranjeiras e Gávea.

Inclusive, boa parte dos estudos de viabilidade, projeções econômico-financeiras e pesquisas de mercado para isso já foram feitos por Flamengo, Fluminense, CBF e ISG, em 2008, quando se trabalhava com a ideia de os clubes administrarem o estádio.

Á época, por exigência do Flamengo, este grupo buscou a participação da AEG, maior empresa de conteúdo para estádios e arenas dos Estados Unidos, que pode viabilizar uma quantidade considerável de eventos no Maracanãzinho, transformando-o no grande diferencial para a geração incremental de receitas permanentes de todo complexo.

Hoje, ISG, braço da IMG, sócia de Eike Batista na IMX, se apresenta com 5% do Consórcio que pretende administrar o Maracanã, AEG com mais 5% e Odebrecht, que já recebeu mais de R$ 1 bilhão para fazer as obras, com 90%, sendo que, no modelo atual, ainda haveria obras no entorno com valor estimado em mais de R$ 500 milhões.

Com a manutenção do Célio de Barros e do Julio de Lamare, diminui consideravelmente a necessidade de aportes adicionais no entorno do estádio e, sem obras, a Odebrecht, empreiteira que faz obras, pode não ter tanto interesse em permanecer no negócio.

Então, surge aí uma grande oportunidade para que o Maracanã volte a ser a casa do futebol carioca.

Os clubes podem assumir este espaço deixado pela Odebrecht. O desafio é construir a unidade, preservando as diferenças. E se isso cabe em algum lugar, é no Maracanã.

MARCIO BRAGA

Texto transcrito por @igrejaFlamengo

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Elitização dos estádios, um tiro no pé

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Thursday, 11 de July de 2013

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O debate é grande, mas não creio que a idéia de elitização dos estádios Brasileiros terá vida longa, simplesmente por um aspecto: Vai faltar público. Vamos separar as situações. Uma coisa são competições como Copa das Confederações ou a Copa do Mundo, que atraem um público que não costuma ir aos estádios, e é acostumado a pagar caro para ver um Show do U2, ir ao Rock in Rio ou a um espetáculo do Cirque de Soleil. O mesmo vale para partidas com caráter de jogo-exibição ou disputadas em locais muito específicos, como os jogos do Flamengo em Brasília. Nestes casos, como a demanda é muito grande, é natural que o preço responda a isso. Outra coisa, muito diferente, são os jogos da temporada normal de futebol (Brasileirão, Estaduais, etc). Neste caso não adianta forçar a barra e continuar aumentando os preços dos ingressos porque o torcedor simplesmente não irá aos estádios.

Nos últimos tempos entramos numa espiral inconseqüente e generalizada dos preços dos ingressos, notadamente os mais baratos. Uma pesquisa da PLURI mostrou que nos últimos 10 anos o preço médio dos ingressos mais baratos dos times que disputam o Campeonato Brasileiro subiu 300% (contra uma inflação próxima a 90%), o que o torna o mais caro do mundo, considerando a Renda per capita de cada país analisado. Como economista, fico intrigado com a lógica por trás desta tendência, que dá as costas a uma análise mais profunda da estrutura socioeconômica do País e tenta impor um desejo imperativo de fechar contas que não são sustentáveis, contando com a “obrigação” do torcedor em corresponder a esse desejo. É um desafio à lei da oferta e demanda, que fica evidente na relação direta entre o aumento de preços e a queda de público nos estádios ao longo dos últimos anos. Neste sentido, outro recente relatório da PLURI mostrou a queda do Brasil, do 13º para o 18º lugar no Ranking Mundial de público nos estádios. Agora perdemos para EUA, Japão, China, 2ª divisão da Inglaterra e da Alemanha e, pasmem, Austrália!!! A maioria dos clubes justifica a elevação agressiva do preço dos ingressos avulsos como uma tentativa de fazer com que o torcedor opte por aderir aos planos de tornar sócio-torcedor. Esquecem que o torcedor, como consumidor, tem uma terceira opção: não ir ao jogo avulso, nem se tornar sócio. E a contar pelo público nos estádios, é essa opção que ele tem escolhido. Leia mais

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100 Dias que abalaram a Nação – Parte 5

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Sunday, 21 de April de 2013

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Texto publicado originalmente por por Walter Monteiro; JEFF – Jorge E F Farah no Magia Rubro Negra

A área de Esportes Olímpicos chamou atenção da torcida e da mídia logo no início da gestão. Não por conquistas, mas por dispensas de atletas renomados (natação, ginástica artística e judô). Diante da grave crise financeira pela qual passa o clube, a decisão foi tomada sob a alegação de não mais desviar dinheiro do futebol. O caminho escolhido foi o de dar um passo atrás, para buscar o impulso e poder dar um salto adiante com sustentabilidade. Ainda é cedo para marcar uma posição aqui se a atitude foi correta ou não.

O quadro que encontraram conforme relatado foi de: modalidades deficitárias, atraso nas remunerações (contratos de imagem e ajuda de custo) e falta de patrocínios. Já no Remo, além dos mesmos problemas, também se relatou necessidade de reformulação profunda da Academia de Remo, gastos supérfluos e problemas organizacionais.

Nos 100 dias, o problema de atrasos remuneratório ainda não foi resolvido, tendo sido minimizado na VP de Olímpicos segundo a carta do Póvoa. Por outro lado, se anunciou melhorias nas instalações. Já nos demais esportes olímpicos, trouxeram um executivo com um histórico de sucesso (o Marcelo Vido) e ainda criaram uma estrutura de marketing para planejar ações somente para os olímpicos, o que é essencial se formos analisar cada modalidade como um centro de custo autônomo, que precisará ser auto sustentável.

Pelas metas estipuladas fica claro o direcionamento para o governo. Acreditamos que, pelo histórico e pela proximidade dos Jogos Olímpicos, o Flamengo terá sucesso na empreitada de fazer parcerias com estatais e/ou receber verbas públicas. Porém, entendemos que é uma dependência perigosa, que ao menos nas diretrizes deveriam anunciar a busca de parcerias privadas.

A promessa é de dias melhores a partir da reestruturação que deverá perdurar ao longo deste ano. Assim, nestes primeiros 100 dias nossa única certeza é a de que um novo modelo de gestão de Esportes Olímpicos está nascendo. Estamos na torcida para que dê certo. Leia mais

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100 Dias que abalaram a Nação – Parte 4

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Saturday, 20 de April de 2013

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Texto publicado originalmente por por Walter Monteiro; JEFF – Jorge E F Farah no Magia Rubro Negra

Consideramos que o maior salto dado pelo Flamengo nesses 100 dias vem da área de marketing, embora essa percepção não seja compartilhada por parte expressiva dos analistas, principalmente entre aqueles que olham a VP de Marketing como um vendedor de espaços publicitários, cuja medida do sucesso ou fracasso estaria na atração de patrocinadores.

O Flamengo andou mal em variados setores na última gestão, mas nenhum deles tinha um grau de precariedade semelhante ao marketing, que falhou em todas as suas responsabilidades. Era natural, portanto, esperar uma mudança brusca em pouco tempo, como de fato ocorreu.

Há que se reconhecer que os ventos andam soprando a favor. O Flamengo poderia ter assinado o contrato com a Adidas no ano passado, mas em sábia decisão os conselheiros do clube evitaram que o polpudo sinal pago pela fornecedora fosse usado da forma então corriqueira, como contratar estrelas cadentes.

9040746Em paralelo, a Caixa Econômica Federal tomou a decisão estratégica de ser o maior patrocinador do futebol brasileiro e é provável que em pouco tempo firme uma parceria com o clube, algo que se tornou possível depois da regularização fiscal.

Independente desses agentes externos, o marketing do clube foi decisivo na elaboração de um plano de relacionamento – Nação Rubro-Negra – que pode representar uma geração de receitas constantes. Leia mais

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100 Dias que abalaram a Nação – Parte 3

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Friday, 19 de April de 2013

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Texto publicado originalmente por por Walter Monteiro; JEFF – Jorge E F Farah no Magia Rubro Negra

A área financeira talvez seja hoje a mais popular do clube. O descaso acumulado por sucessivas más-administrações (não apenas a tenebrosa gestão anterior) se reflete essencialmente nessa área e muitos dos executivos que formam a nova diretoria são oriundos, não por acaso, de atividades ligadas ao mundo das finanças.

Trata-se de uma atividade meio, mas de vital importância no sucesso de qualquer Organização. Sem a boa gestão dos recursos financeiros, todos os demais ficam comprometidos. No caso do Flamengo, finalmente torcedores e sócios parecem ter compreendido que devem ir além do imediatismo, pois são os principais responsáveis pelo clube que amam e nessa condição precisam olhar para o futuro da instituição.

2934100A função básica de um administrador financeiro é a de analisar e garantir a solvência da instituição. Não foi à toa, que Rodrigo Tostes e sua equipe começaram o relato dos seus 100 dias à frente do Flamengo abordando a gestão do fluxo de caixa, que necessita de um controle eficaz. Não é algo simples. É preciso criar uma metodologia que reúna informações de diversas áreas, consolidando-as na forma de números e as analisando sob uma linha temporal, integrando-as com o orçamento e a contabilidade.

Este passo é um ponto de partida para qualquer outra ação. Não sabemos como era a gestão do fluxo de caixa no Flamengo antes deste ano e isto deveria estar detalhado no quadro encontrado, mas, pela descrição das realizações da VP de finanças, é possível identificar que, no mínimo, não atendia aos objetivos propostos. Leia mais

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Podcast Papo de Urubu

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