DNA Rubro-Negro | Para quem nasce Flamengo

100 Dias que abalaram a Nação – Parte 5

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Sunday, 21 de April de 2013

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Texto publicado originalmente por por Walter Monteiro; JEFF – Jorge E F Farah no Magia Rubro Negra

A área de Esportes Olímpicos chamou atenção da torcida e da mídia logo no início da gestão. Não por conquistas, mas por dispensas de atletas renomados (natação, ginástica artística e judô). Diante da grave crise financeira pela qual passa o clube, a decisão foi tomada sob a alegação de não mais desviar dinheiro do futebol. O caminho escolhido foi o de dar um passo atrás, para buscar o impulso e poder dar um salto adiante com sustentabilidade. Ainda é cedo para marcar uma posição aqui se a atitude foi correta ou não.

O quadro que encontraram conforme relatado foi de: modalidades deficitárias, atraso nas remunerações (contratos de imagem e ajuda de custo) e falta de patrocínios. Já no Remo, além dos mesmos problemas, também se relatou necessidade de reformulação profunda da Academia de Remo, gastos supérfluos e problemas organizacionais.

Nos 100 dias, o problema de atrasos remuneratório ainda não foi resolvido, tendo sido minimizado na VP de Olímpicos segundo a carta do Póvoa. Por outro lado, se anunciou melhorias nas instalações. Já nos demais esportes olímpicos, trouxeram um executivo com um histórico de sucesso (o Marcelo Vido) e ainda criaram uma estrutura de marketing para planejar ações somente para os olímpicos, o que é essencial se formos analisar cada modalidade como um centro de custo autônomo, que precisará ser auto sustentável.

Pelas metas estipuladas fica claro o direcionamento para o governo. Acreditamos que, pelo histórico e pela proximidade dos Jogos Olímpicos, o Flamengo terá sucesso na empreitada de fazer parcerias com estatais e/ou receber verbas públicas. Porém, entendemos que é uma dependência perigosa, que ao menos nas diretrizes deveriam anunciar a busca de parcerias privadas.

A promessa é de dias melhores a partir da reestruturação que deverá perdurar ao longo deste ano. Assim, nestes primeiros 100 dias nossa única certeza é a de que um novo modelo de gestão de Esportes Olímpicos está nascendo. Estamos na torcida para que dê certo. Leia mais

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100 Dias que abalaram a Nação – Parte 4

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Saturday, 20 de April de 2013

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Texto publicado originalmente por por Walter Monteiro; JEFF – Jorge E F Farah no Magia Rubro Negra

Consideramos que o maior salto dado pelo Flamengo nesses 100 dias vem da área de marketing, embora essa percepção não seja compartilhada por parte expressiva dos analistas, principalmente entre aqueles que olham a VP de Marketing como um vendedor de espaços publicitários, cuja medida do sucesso ou fracasso estaria na atração de patrocinadores.

O Flamengo andou mal em variados setores na última gestão, mas nenhum deles tinha um grau de precariedade semelhante ao marketing, que falhou em todas as suas responsabilidades. Era natural, portanto, esperar uma mudança brusca em pouco tempo, como de fato ocorreu.

Há que se reconhecer que os ventos andam soprando a favor. O Flamengo poderia ter assinado o contrato com a Adidas no ano passado, mas em sábia decisão os conselheiros do clube evitaram que o polpudo sinal pago pela fornecedora fosse usado da forma então corriqueira, como contratar estrelas cadentes.

9040746Em paralelo, a Caixa Econômica Federal tomou a decisão estratégica de ser o maior patrocinador do futebol brasileiro e é provável que em pouco tempo firme uma parceria com o clube, algo que se tornou possível depois da regularização fiscal.

Independente desses agentes externos, o marketing do clube foi decisivo na elaboração de um plano de relacionamento – Nação Rubro-Negra – que pode representar uma geração de receitas constantes. Leia mais

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100 Dias que abalaram a Nação – Parte 3

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Friday, 19 de April de 2013

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Texto publicado originalmente por por Walter Monteiro; JEFF – Jorge E F Farah no Magia Rubro Negra

A área financeira talvez seja hoje a mais popular do clube. O descaso acumulado por sucessivas más-administrações (não apenas a tenebrosa gestão anterior) se reflete essencialmente nessa área e muitos dos executivos que formam a nova diretoria são oriundos, não por acaso, de atividades ligadas ao mundo das finanças.

Trata-se de uma atividade meio, mas de vital importância no sucesso de qualquer Organização. Sem a boa gestão dos recursos financeiros, todos os demais ficam comprometidos. No caso do Flamengo, finalmente torcedores e sócios parecem ter compreendido que devem ir além do imediatismo, pois são os principais responsáveis pelo clube que amam e nessa condição precisam olhar para o futuro da instituição.

2934100A função básica de um administrador financeiro é a de analisar e garantir a solvência da instituição. Não foi à toa, que Rodrigo Tostes e sua equipe começaram o relato dos seus 100 dias à frente do Flamengo abordando a gestão do fluxo de caixa, que necessita de um controle eficaz. Não é algo simples. É preciso criar uma metodologia que reúna informações de diversas áreas, consolidando-as na forma de números e as analisando sob uma linha temporal, integrando-as com o orçamento e a contabilidade.

Este passo é um ponto de partida para qualquer outra ação. Não sabemos como era a gestão do fluxo de caixa no Flamengo antes deste ano e isto deveria estar detalhado no quadro encontrado, mas, pela descrição das realizações da VP de finanças, é possível identificar que, no mínimo, não atendia aos objetivos propostos. Leia mais

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100 Dias que abalaram a Nação – Parte 2

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Thursday, 18 de April de 2013

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Texto publicado originalmente por por Walter Monteiro; JEFF – Jorge E F Farah no Magia Rubro Negra

A melhor demonstração pública da mudança de atitude no Departamento de Futebol vem do relatório de 100 dias apresentado por sua vice-presidência: sem rodeios, Wallim Vasconcellos admite que o desempenho recente do time foi “pífio e inaceitável”, prometendo que tomará medidas para que isso não volte a acontecer”.

O comportamento padrão do dirigente em tempos de insucesso é procurar bodes expiatórios que possam ser acusados pelo fracasso – como antecessores no cargo, arbitragem, gramado e afins. A sinceridade de Wallim sinaliza que os tempos realmente são outros. Aprender com os erros é a melhor forma de evoluir em busca de um êxito perene.

Apesar dessa esperança renovada, acreditamos que a condução do futebol nesse início ficou aquém do que se esperava.

O conceito de profissionalismo que defendemos pressupõe a delegação integral do poder decisório ao executivo contratado, mas não parece ser isso o que está acontecendo no Flamengo.

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O VP nomeado, representando o Conselho Gestor, dá seguidas entrevistas sobre montagem do elenco e chegou a comparecer ao CT para cobrar o elenco. Isso deixa dúvidas sobre quem realmente comanda o departamento: o diretor contratado não parece ter a mesma autonomia que, por exemplo, José Carlos Brunoro tem no Palmeiras.

É compreensível que a diretoria possa hesitar se deve realmente implantar um profissionalismo radical e definitivo no departamento mais sensível logo de início. Ocorre que é justamente ali que se deve evitar que a diretoria eleita interfira, para que as emoções naturais do coração torcedor não contaminem a tomada de decisão.

Em nossa visão, o profissional contratado, estava longe de ser a melhor opção disponível para ocupar o cargo. Em seu relatório, Wallim Vasconcellos fez questão de destacar que Pelaipe seria um profissional com 35 anos de experiência em vários clubes, sendo os últimos Corinthians e Grêmio. Infelizmente, não é bem assim.

Paulo Pelaipe foi, a vida inteira, ligado ao Grêmio, como torcedor e associado. Chegou à direção de futebol apenas em meados da década passada e de lá saiu em abril/2008. Logo depois foi contratado pelo Fortaleza, onde teve uma curta passagem, entrando em janeiro e saindo em março de 2009. Voltou ao Grêmio em agosto de 2011 e de lá saiu no fim do ano passado, com a mudança da diretoria. Ele esteve no Corinthians? Bom, não há registros conhecidos de sua presença por lá, nem ele nunca comentou o fato em suas muitas entrevistas. Se esteve, não ocupou nenhum cargo de destaque

Portanto, tirando a experiência do Fortaleza (cuja breve passagem ficou marcada por contratações questionáveis, dentre as quais Rodrigo Mendes, aquele mesmo), a carreira de Pelaipe como executivo profissional começou para valer no Flamengo. Daí a nossa reserva inicial quando de seu anúncio, uma vez que a torcida era por alguém com uma bagagem mais robusta.

Apesar disso, é necessário reconhecer que Pelaipe tem sido um dirigente com atitudes bem mais adequadas do que em seus tempos de Grêmio, quando era conhecido pela impetuosidade e excessos verbais (tanto que chegou a ser preso no Engenhão acusado de ofender um segurança do Flamengo com expressões racistas). O Pelaipe atual é discreto, solícito nas entrevistas, sereno nas declarações.

Dentre outros feitos, Pelaipe foi responsável, a nosso ver, por uma medida decisiva para o futuro do Flamengo: a montagem de uma área de acompanhamento de atletas e desempenho de adversários, a cargo de Rafael Vieira, que veio da CBF (e antes tinha passado por Corinthians e Grêmio, sempre acompanhando Mano Menezes).

A partir de uma extensa base de dados digital, com informações sobre atletas do mundo inteiro, a decisão de contratar um jogador tende a ser mais “científica”. Em paralelo, o setor ainda municia a comissão técnica com informações sobre padrões de comportamento dos times adversários, para auxiliar no desenho tático de cada partida.

É intrigante que uma intervenção tão notável não tenha sido mencionada pela VP de Futebol no relatório de suas realizações. Provavelmente porque é um trabalho silencioso, que só rende resultados em médio prazo, mas sobre o qual vale o registro, dado que acreditamos muito nas suas contribuições ao clube.

A parte mais crítica desses 100 dias tem a ver com a montagem do elenco. De um modo geral, a análise padrão tende a creditar o mau desempenho do time na 2a metade do campeonato carioca a um esforço de contenção de despesas, que impediria a contratação de estrelas.

Discordamos dessa análise.

O Flamengo projetou um orçamento para o seu departamento de futebol de R$ 97 milhões – grosso modo, pouco mais de R$ 8 milhões por mês. Esse orçamento posiciona o time entre as 10 maiores folhas de pagamento do país.

Em que pese a herança de contratos de atletas com alta remuneração vindos da antiga gestão (casos, por exemplo, de Ibson e Alex Silva), a nova direção, segundo informações publicadas pela imprensa, estaria gastando R$ 1,25 milhão com apenas 5 atletas, contratados ou com contrato renovado nesse primeiro trimestre: Carlos Eduardo, Elias, Gabriel, Renato Abreu e Hernane.

Portanto, nesses primeiros 100 dias a opção não foi por apostar em jovens promessas ou atletas desconhecidos. Ao contrário, a diretoria escolheu investir em jogadores que pudessem assumir a titularidade e dar uma resposta imediata. O drama é que esses atletas estão rendendo abaixo da expectativa e consumindo uma fatia significativa do orçamento.

Isso torna ainda mais crítica a decisão de novas contratações. Por um lado, o clube precisa se reforçar em muitas posições, para algumas sequer há reservas. Por outro, boa parte do orçamento para atrair jogadores de qualidade já foi comprometida com esses jogadores cujo rendimento não vem correspondendo. Logo, o clube precisará ser bem mais efetivo na contratação de novos jogadores e ser mais cauteloso na definição, fugindo de apostas altas em atletas de bom potencial e alta remuneração, para não repetir os erros de Carlos Eduardo e Elias, que ganham muito sem conseguir apresentar, ao menos até agora, uma performance consistente.

A substituição do treinador, muito criticada no que se refere ao timing de execução, nos pareceu uma decisão acertada da diretoria. Se o contrato previa uma redução substancial da multa rescisória a partir de março, esperar 2 meses era o que de melhor se podia fazer.

A contratação de Jorginho também tinha tudo para ser uma boa escolha. O início confuso e atabalhoado de Jorginho foi algo imprevisível e até inexplicável, mas, paciência, nada há para ser feito por agora. Desde que reconheça seus erros e corrija os rumos de seu trabalho, Jorginho tem tudo para melhorar e repetir, no Flamengo, seus acertos na Seleção e no Figueirense.

Noves fora os dissabores recentes, o que realmente anima a torcida é a disposição dos novos comandantes em acertar e de não colocar suas vaidades e interesses pessoais acima das demandas do clube. A confiança da torcida de que tudo vai dar certo é quase irrestrita e isso ajuda bastante.

Nossos votos são para que os desastres recentes não alterem absolutamente nada no propósito inicial. Passado o susto inicial pela contratação de Paulo Pelaipe, nosso desejo é para que ele permaneça e conquiste ainda mais autonomia, assumindo de vez o comando do departamento de forma plena. E que o clube siga firme em seu propósito de montar uma equipe de acordo com nossas possibilidades financeiras (que ainda são relativamente extensas), tendo mais precisão na hora de atrair novos talentos.

Veja também a primeira parte deste artigo

Veja também a terceira parte deste artigo

Veja também a quarta parte deste artigo

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100 Dias que abalaram a Nação – Parte 1

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Wednesday, 17 de April de 2013

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Texto publicado originalmente por por Walter Monteiro; JEFF – Jorge E F Farah no Magia Rubro Negra

Franklin D. Roosevelt assumiu a presidência dos Estados Unidos quando o PIB do país havia caído pela metade, 15 milhões de pessoas estavam desempregadas e a Bolsa de Valores havia encerrado suas atividades por tempo indeterminado, tudo por conta dos efeitos deletérios do crash de 1929, conhecido como a Grande Depressão. Hoje pode parecer ridículo, mas em 1933, data de sua posse, não havia certeza se o sistema econômico sobreviveria.

A história, a partir daí, é razoavelmente conhecida: Roosevelt implantou o regime do New Deal, a economia aprumou novamente e aqueles tempos sombrios serviram apenas de inspiração para uma penca de filmes holywoodianos.

O que pouca gente sabe é que Roosevelt inaugurou um conceito que hoje é um lugar comum: a avaliação dos primeiros cem dias de governo. Tudo porque nesse exíguo tempo, FDR conseguiu com que o Congresso aprovasse 15 leis essenciais às reformas e injetou otimismo e confiança na população e nos agentes econômicos.

Em nossa visão, o Flamengo não estava, por óbvio, sob os efeitos de uma Grande Depressão, não era uma terra arrasada e de sobrevivência ameaçada. Contudo, lentamente caminhava para uma decadência que poderia roubar-lhe o protagonismo absoluto de maior clube do país. Já não era mais o clube de maior receita, sua maior conquista recente (o título de 2009) foi em grande medida obra do acaso, não tinha força esportiva consistente, não sabia agregar valor ao seu gigantesco potencial de marketing vindo da imensa torcida, perdia-se em questões menores da política interna. Leia mais

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O pulo do gato da Nação Rubro-Negra

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Sunday, 31 de March de 2013

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Texto originalmente publicado em: Magia Rubro Negra

Alguns amigos meus tiveram uma interpretação equivocada do meu último artigo (Na Terça-Feira Gorda, o lançamento do nosso projeto de sócio doador). Como eles, muitos outros também podem ter tido. Acredito que os problemas de comunicação sejam causados sempre pelo emissor da mensagem. Assim sendo, assumo minha culpa e reescrevo sobre o nosso sócio-torcedor(doador?), vendo se finalmente consigo passar o recado direito.

O Nação Rubro-Negra foi alvo de críticas, inclusive minhas, antes mesmo do seu lançamento oficial. O motivo é simples. Todos nós aguardávamos por um programa de relacionamento com cliente. Todos estávamos pensando dentro do quadrado, dentro da lógica empresarial.

O objetivo do marketing de relacionamento é procurar fazer com que o cliente queira repetir a experiência de compra do produto ou serviço. É cativar para fidelizar. Para isto, o cliente precisa estar no centro. Ou seja, um programa de relacionamento, como é um sócio-torcedor, precisaria ter como foco o consumidor.

Como os próprios dirigentes admitiram no lançamento, o Nação Rubro-Negra não tem tal característica. Assim, o produto ficou aquém da expectativa geral e, com base nos manuais de marketing e na nossa própria experiência empresarial, o condenamos.

No entanto, de forma contraditória, a genialidade do projeto está no seu suposto defeito como produto. O Nação Rubro-negra não é um programa de fidelidade e como tal não deve ser tratado. A razão é simples: o marketing do Flamengo enxergou o óbvio, coisa que nós não tivemos capacidade de fazer. Torcedor é fiel por natureza, logo não deve ser pensado pela lógica de uma empresa, que precisa disputar o cliente com seus concorrentes. Leia mais

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Entrevista Lysias Itapicurú para o Blog Flamengo Minha Vida

Postado em Colunas,Eleições 2012 | Wednesday, 26 de September de 2012

Fala Nação politizada!

Neste ano especial para o mengão com as eleições à presidência do Flamengo, achamos interessante trazer opiniões sobre os candidatos.

A opinião de hoje é do amigo Sandro RilhoLeiam com atenção e opinem.

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Texto de: Sandro Rilho (Autor de “Destino em vermelho e preto”)

TODO RUBRO-NEGRO DEVERIA ASSISTIR…

Não é pelo blog, é pelo AMOR desse homem com o Flamengo.

TODOS BEM SABEM que eu SEMPRE defendi a Patrícia Amorim, e a apoiava…

Mas, encontrar com ele, e ver NOS OLHOS dele o MESMO sentimento que eu tenho pelo Flamengo, foi INACREDITÁVEL.

Pode não ser eleito? Pode.

Pode ser eleito e não fazer um bom trabalho? Pode. (Dúvido que não faça)

MAS, QUE ESSE HOMEM AMA O FLAMENGO TANTO QUANTO NÓS… EU DÚVIDO QUE NÃO!

Foram 2 horas ao lado dele… UMA AULA do que é VIVER Flamengo!

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Gostou da visão do Sandro? Não? Que tal outro ponto de vista? Mande-nos um texto explicando porque você não concorda. É só mandar para contato@dnarubronegro.com.br

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Todos aquele que mandam seus textos e contrinuições para o DNA Rubro Negro e não são colaboradores fixos.

Ronaldo Gomlevsky, um cara de princípios

Postado em Colunas,Eleições 2012 | Monday, 03 de September de 2012

Fala Nação politizada!

Neste ano especial para o mengão com as eleições à presidência do Flamengo, achamos interessante trazer opiniões sobre os candidatos.

Ainda sem chapa oficializada a chamada “Planeta Fla”. Confira o site oficial.

A opinião de hoje é do amigo Gustavo Almeida, o @gustonesLeiam com atenção e opinem. Em breve teremos outra visão sobre o assunto com outro colaborador.

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Texto de: Gustavo de Almeida

Um blog chamado DNA Rubro-Negro tinha mesmo que ter um texto sobre Ronaldo Gomlevsky, para dar uma satisfação ao Google. Não se pode achar uma expressão destas sem encontrar junto o nome deste advogado, jornalista e empresário que há mais de meio século é assíduo freqüentador da Gávea e um dos torcedores mais apaixonados que existem. Ronaldo é daquele tipo de sujeito que não perde jamais a capacidade de se indignar – aliás, sua indignação é confundida pelos seus detratores com intransigência. Estão até meio certos. Ronaldo é intransigente com a corrupção, com a sacanagem, com a incompetência, com a indolência. Ao longo de sua vida pública, se dedicou a projetos de relevância, um deles que deu origem ao Favela-Bairro – lá pelo longínquo ano de 1991 o vereador Ronaldo Gomlevsky já enxergava que a solução para o Rio de Janeiro era a pacificação das favelas, a integração das comunidades ao asfalto.

Na vida profissional, entre diversos empreendimentos, destaca-se a revista Menorah, dedicada à comunidade judaica. Uma coisa engraçada do Ronaldo é que assim que ele te conhece, pergunta teu sobrenome. Você responde, e ele devolve, na lata:

- Você é judeu.

Aí você polidamente diz que não, mas ele fica puxando e encontrando raízes da sua família. Até você desistir e dizer, “é, eu sou meio judeu sim”, mesmo que você seja candidato a papa. O interessante desta postura dele é o sincretismo – ele ama sua comunidade como poucos, briga muito por ela, mas defende ardorosamente o convívio entre credos e raças (aliás, ele é contra a palavra “raça” a não ser para definir a raça humana). Leia mais

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Todos aquele que mandam seus textos e contrinuições para o DNA Rubro Negro e não são colaboradores fixos.

O Imperador que sempre quis ser apenas plebeu

Postado em Coluna do leitor,Colunas | Thursday, 30 de August de 2012

Texto de: Bruno Henrique (@BrunoHenriquemn)

Bem, este é um texto tendencioso, fraterno e não serve de forma nenhuma como parâmetro para uma avaliação crítica e justa nem pelo mais apaixonado rubro-negro. Sou rubro-negro, nasci assim, mas acima de tudo sou um apaixonado pelo futebol de verdade! Não o futebol politicamente correto, em que o boleiro tem que ser acima de tudo um atleta, com uma imagem a ser preservada e vendida a peso de ouro. Pra mim o bom futebol é aquele das quatro linhas.

Depois desse breve prólogo esclarecedor, vamos ao que interessa: O Imperador.

Adriano conquistou a Itália, as Confederações, colocou água no chopp dos Hermanos e mudou o Império italiano de Roma para Milão.  Não é pra qualquer um, nem para poucos, isso é para raros! Mas a alcunha de Imperador caiu sobre as costas do menino da Vila Cruzeiro como uma maldição, algo que só se faz analogia a outra tragédia de uma cultura anterior, a lenda do Rei Midas.

Talvez Adriano não tivesse a dimensão do que ele estava abraçando quando assumiu a posição de Imperador da Itália, talvez ele pensasse que ser Imperador no Brasil fosse muito melhor, talvez ele quisesse mesmo é ser O Imperador do Mengão. Mas o que só a experiência vai mostrar ao Governante das Grandes Áreas, é que o grande sonho do Adriano sempre foi ser o Didico, aquele plebeu da Gávea, sem as dificuldades que ele, sua família e amigos passaram na sua infância e juventude.

Não é preciso conhecer pessoalmente o Adriano para sentir isso, ele é transparente como uma criança, só se precisa observar seu sorriso, em muitos lugares ele sorriu por vislumbre, por soberba, pela alegria de ter uma nova chance,muitas vezes por timidez, mas só no Flamengo o Adriano pode sorrir como o Didico, um sorriso de quem está em casa e feliz de poder reviver o Didico plebeu.

Não jogue essa oportunidade fora Adriano, felicidade não se compra e, às vezes, não há melhor lugar que nosso lar!

SRN

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Porque você deve apoiar Wallim

Postado em Colunas,Eleições 2012 | Wednesday, 29 de August de 2012

Fala Nação politizada!

Já que este ano é especial para o mengão e as coisas estão esquentando por lá, com a oficialização da candidatura de Wallim Vasconcellos à presidência do Flamengo, achamos interessante trazer duas opiniões distintas sobre o candidato.

A chapa de de Wallim Vasconcellos é chamada “Fla Campeão do Mundo”. Confira os integrantes e o site oficial.

  • Wallim Vasconcellos (ex-diretor do BNDES e sócio-diretor da Iposera Investimentos)
  • Carlos Langoni (ex-presidente do Banco Central e sócio-diretor da Projeta)
  • Frederic Kachar (diretor-geral da Editora Globo)
  • Flávio Godinho (membro do conselho do grupo EBX)
  • Gustavo Oliveira (vice-presidente da Giovanni, DraftFCB)
  • Luis Eduardo Baptista (presidente da Sky)
  • Rodolfo Landim (presidente da YXC Óleo e Gás)
  • Romulo Dias (presidente da Cielo)
  • Rubén Osta (presidente da Visa)
  • Sérgio Brandão (presidente da G2 Brasil)
  • David Zylbersztajn (sócio-diretor da DZ Negócios com Energia)

A opinião de hoje é de um de nossos amigos Tiago Cordeiro, o @cronistaesporte. Leiam com atenção e opinem. Em breve teremos outra visão sobre o assunto com outro colaborador.

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Texto de: Tiago Cordeiro (@cronistaesporte)

No Brasil ainda não é comum (só lembro do Estadão fazer o mesmo), mas em outros países é bem  comum que um veículo de imprensa anuncie seu apoio a um candidato durante as eleições. Não tira de ninguém o dever com a verdade e o compromisso com o leitor, mas é transparente e melhora o julgamento do conteúdo. É o que quero com este post.

Me associei ao Clube de Regatas do Flamengo em 2009, insatisfeito com os erros de uma das melhores gestões que o clube teve em sua história recente. Temia, mas não acreditava que a então candidata Patrícia Amorim pudesse se eleger. Quando isso ocorreu previ que tempos difíceis viriam. Não fazia parte de nenhuma chapa ou grupo político e muitos disseram que eu exagerava, que era preciso dar tempo a presidente. Com a vinda de Zico cheguei a pensar nisso, mas não deu.

E agora, surge uma candidatura apoiada pelo ídolo-mor do clube. Leia mais

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